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Instituto de Tecnologia de Alimentos

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Embalagens plásticas em contínua inovação
Simpósio realizado no ITAL aborda maneiras de aliar propriedade das embalagens às necessidades dos produtos

Postado em 20/04/2006 00:00:00

É fácil para o consumidor perceber qual a maior característica das embalagens plásticas: a versatilidade. Em diversas formas, cores, tamanhos e consistências, elas envolvem e protegem os mais diferentes produtos do setor alimentício. Aliar a proteção dos produtos e as características da embalagem é, inclusive, um desafio contínuo e tema recorrente em pesquisas que envolvem embalagens. A percepção da relevância do assunto foi razão para a realização, pelo Centro de Tecnologia de Embalagem (CETEA) do ITAL, do seminário Especificando Embalagens Plásticas com Base nos Requisitos de Proteção do Produto , nos dias 19 e 20 de abril. Versatilidade #A pesquisadora do CETEA Eloísa E. C. Garcia conta que as embalagens plásticas podem unir diversos materiais e propriedades distintas de acordo com as necessidades específicas de cada produto, como selar melhor, proteger do vapor d’água, do contato com o oxigênio etc. Também é possível obter um período de conservação dos alimentos variável, de acordo com as intenções do fabricante e com o investimento a ser feito. Além disso, uma característica menos técnica faz com que embalagens plásticas tenham grande aceitação junto ao consumidor: a possibilidade contínua de novidades. O amplo leque de possibilidades das embalagens plásticas permite variação freqüente de cores e formatos. Um conceito aliado à indústria de embalagens plásticas expressa toda a sua versatilidade: tailor made, que significa exatamente a capacidade do plástico de se adequar às necessidades específicas de cada produto. Mesmo assim, ainda não são todas as demandas que essas embalagens são capazes de atender. A vontade do mercado brasileiro de armazenar cerveja em embalagens plásticas, por exemplo, ainda não foi atendida, por restrições técnicas que encarecem muito o processo, tornando-o incompatível com a realidade brasileira. As pesquisas relacionadas com o tema vão, assim, mais no sentido de não usar mais do que o necessário e evitar o desperdício, atender a demanda do mercado por variedade e aprimorar a relação com as necessidades dos produtos. Seminário #Assim, o Seminário atendeu tanto o público ligado ao setor de alimentos (cerca de 40%), quanto da indústria de embalagens (aproximadamente 60%). Segundo Eloísa, isso representa um fator positivo. “Muitas pessoas que trabalham com embalagens não têm formação no setor de alimentos. Conhecem o setor de embalagens, mas não do produto. E nós procuramos falar a linguagem do cliente”, conta. O evento teve grande aceitação do público – um total de 164 participantes, excluídos os do CETA - e deve ser repetido, já que há pessoas na lista de espera. Durante o Seminário foi, ainda, lançado o livro Requisitos de Proteção de Produtos em Embalagens Plásticas Rígidas, coordenado pela pesquisadora Léa Mariza de Oliveira, do CETEA, e com autoria de diversos pesquisadores do ITAL. Material produzido pela Assessoria de Comunicação Foto: Antônio Carriero Mais informações: 19.3743.1757

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